terça-feira, 9 de março de 2010



Veja cria calculadora do aquecimento


Para ajudá-lo na tarefa de reduzir cortar suas emissões de CO2, o site da revista VEJA criou a Calculadora do Aquecimento, em parceria com a ONG Iniciativa Verde, que mostra o volume de gás carbônico (CO2) produzido individualmente em tarefas cotidianas e gastos como eletricidade, gás, transporte, viagens aéreas, papel, CDs, DVDs e latas de alumínio

Luiz De França
Veja.com – 11/02/2010
Muito se fala da necessidade inevitável de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global e das suas catastróficas consequências para o mundo. Na última tentativa de se chegar a um consenso sobre o assunto, 192 países se reuniram em Copenhague, em dezembro do ano passado, na 15ª Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP15). O Brasil se comprometeu com um corte entre 36,1% e 38,9% até 2020. O impasse, no entanto, só deverá ser resolvido no fim deste ano na COP16, no México. E você, já resolveu em quanto poderá cortar suas emissões?

Para ajudar nessa tarefa, VEJA.com criou a Calculadora do Aquecimento, em parceria com a ONG Iniciativa Verde, que mostra o volume de gás carbônico (CO2) produzido individualmente em tarefas cotidianas e gastos como eletricidade, gás, transporte, viagens aéreas, papel, CDs, DVDs e latas de alumínio. "Nós consideramos esses itens básicos e que correspondem por uma boa parte da emissão total de um indivíduo", afirma Francisco Maciel, presidente da Iniciativa Verde. "Para construí-la, nós compilamos os fatores de emissão de CO2, disponibilizados por órgãos como o Ministério de Ciência e Tecnologia, e valores de referências usados em projetos nossos", explica.

A partir desses itens é possível descobrir, por exemplo, que aquela latinha de cerveja, refrigerante ou suco também tem sua parcela de poluição. Para chegar a esse número, a calculadora leva em consideração todo o processo, desde a extração da matéria-prima, da fabricação, transporte e armazenamento da latinha. "Todo esse processo tem sua cota de emissão", acrescenta.

Segundo dados divulgados pela Agência Internacional de Energia (AIE) em 2009, a emissão per capita do Brasil é considerada baixa, de 1,8 tonelada de CO2; bem abaixo da americana, com 19,1 toneladas; da Argentina, com 4,12 toneladas e China, 3,52 toneladas. "Na verdade, esses números não refletem a realidade", avisa Maciel. "A China é o país que mais polui no mundo, mas ao se dividir a poluição deles entre a sua população, que é a maior do planeta, esse número cai consideravelmente", afirma.

Planejamento - Para ele, o objetivo de calculadoras de emissão é evitar erros desse tipo e retratar com maior fidelidade o padrão de consumo de uma população. A partir do momento que uma pessoa sabe quanto polui, fica mais fácil para ela planejar sua redução. Seguir o exemplo brasileiro ou cortar entre 10% e 20% de suas emissões até 2020 vai requerer um esforço de mudança de padrão de consumo. Entre os sacrifícios em prol do planeta estão: eliminar viagens desnecessárias, optar por transporte público ou veículos que poluam menos e diminuir o banho de chuveiro elétrico. (Veja aqui algumas dicas para reduzir suas emissões).

Por motivos óbvios, essa capacidade de redução é maior entre as classes média e alta, que são as que mais consomem. A calculadora também traz o total de árvores necessárias para anular as emissões. "Quem se sentir compelido à fazê-lo, fique à vontade", incentiva Maciel. Quem preferir pode pagar instituições, como a Iniciativa Verde, pelo plantio, manutenção e monitoramento da área florestal a ser restaurada e conservada. "Precisamos lembrar que as conseqüências das ações de quem consome muito são divididas por todos."


Calcule suas emissões
http://veja.abril.com.br/complementos-materias/calculadora-aquecimento/info-popup.shtml

terça-feira, 15 de dezembro de 2009




Por Thays Prado - Edição: Mônica Nunes
www.planetasustentável.abril.com.br

A COP-15, 15ª Conferência das Partes, realizada pela UNFCCC – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, de 7 a 18 de dezembro deste ano, em Copenhague (Dinamarca), vem sendo esperada com enorme expectativa por diversos governos, ONGs, empresas e pessoas interessadas em saber como o mundo vai resolver a ameaça do aquecimento global à sobrevivência da civilização humana.

Não é exagero. De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.

Para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, já estamos em 387ppm e esse número cresce 2ppm por ano.

Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.

No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver:
- a floresta amazônica transformada em savana;
- rios com menor vazão e sem peixes;
- uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo;
- o derretimento irreversível de geleiras;
- o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras;
- a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e
- o aumento de doenças tropicais como dengue e malária.

COP-15: É AGORA OU NUNCA!
Apesar de a UNFCCC se reunir anualmente há uma década e meia, com o propósito de encontrar soluções para as mudanças climáticas, este ano, a Conferência das Partes tem importância especial. Há dois anos, desde a COP-13 em Bali (Indonésia), espera-se que, finalmente, desta vez, tenhamos um acordo climático global com metas quantitativas para os países ricos e compromissos de redução de emissões que possam ser mensurados, reportados e verificados para os países em desenvolvimento.

A Convenção vai trabalhar com o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Isso significa que os países industrializados, que começaram a emitir mais cedo e lançam uma quantidade maior de CO2 e outros gases de efeito estufa na atmosfera em função de seu modelo de crescimento econômico, devem arcar com uma parcela maior na conta do corte de carbono. Por isso, a expectativa é de que os países ricos assumam metas de redução de 25% a 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020.

Os países em desenvolvimento, por sua vez, se comprometem a reduzir o aumento de suas emissões, fazendo um desvio na curva de crescimento do “business as usual” e optando por um modelo econômico mais verde. É isso o que fará com que Brasil, Índia e China, por exemplo, possam se desenvolver sem impactar o clima, diferentemente do que fizeram os países ricos.


PROTOCOLO DE KYOTO – PARTE 2
Engana-se quem pensa que as decisões tomadas na COP-15 substituirão o Protocolo de Kyoto. Na realidade, paralelamente à Conferência, mas no mesmo espaço, é realizada a 5ª Reunião das Partes do Protocolo de Kyoto, que deve definir quais serão as metas para os países do chamado Anexo I, para o segundo período de compromisso do documento, que vai de 2013 a 2017. Várias das reuniões que ocorrem nos quinze dias de encontro servem, ao mesmo tempo, aos dois eventos.

Até 2012, os países desenvolvidos signatários do Protocolo, devem reduzir suas emissões em 5,2%. Espera-se que os Estados Unidos, que se recusaram a ratificar o documento, tenham uma postura diferente, agora sob a gestão Obama.

A PAUTA DA COP EM CINCO EIXOS
Na COP-13 foram estabelecidos cinco blocos de sustentação para a 15ª Conferência das Partes, que representam os pontos cruciais que devem ser discutidos e acordados entre os países. São eles:

1. Visão Compartilhada: Antes de qualquer acordo, é necessário que os países definam que haverá um objetivo global de redução de emissões, deixando claro quais são o aumento de temperatura e, especialmente, a concentração de gases de efeito estufa considerados limites. Esses números estão longe de ser um consenso até agora. Enquanto os países mais vulneráveis desejam metas rigorosas, os países que terão de arcar com a conta do aquecimento global torcem por menos rigidez.

2. Mitigação: A necessidade de cortar emissões de carbono é indiscutível. No entanto, os países em desenvolvimento argumentam que as mudanças climáticas que presenciamos atualmente se devem à concentração do carbono emitido pelos países ricos desde o início da Revolução Industrial e, portanto, apenas eles deveriam assumir metas de redução de emissão. Por outro lado, os países desenvolvidos alegam que os países do BIC (Brasil, Índia e China) vem aumentando suas emissões rapidamente e, em breve, devem superar os primeiros em volume de gases de efeito estufa lançados na atmosfera. Por isso, eles exigem que os países em desenvolvimento também se comprometam a diminuir emissões. Se o “Mapa do Caminho de Bali” for mesmo respeitado, na COP-15, a discussão deve focar mais nos auxílios financeiro e tecnológico dos industrializados destinados aos países em desenvolvimento, para que façam a mitigação sem comprometer sua economia. As regras dos mecanismos de compensação de emissões, créditos de carbono e preservação florestal, como MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, REDD – Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal e NAMAS – sigla em inglês para Medidas Nacionalmente Apropriadas de Mitigação, devem ser mais bem formatadas.

3. Adaptação: Os países pobres, que ironicamente menos contribuem para o aquecimento global, são os mais vulneráveis às inevitáveis alterações climáticas que já estamos presenciando e veremos se tornar cada vez mais frequentes. Eles necessitarão de recursos financeiros e tecnológicos para incrementarem sua infraestrutura e se protegerem das catástrofes que estão por vir. Atualmente, discute-se a criação de um fundo internacional de adaptação com essa finalidade.

4. Transferência de Tecnologias: Inovações tecnológicas são, cada vez mais, imprescindíveis para que possamos mudar nosso modelo de desenvolvimento para uma economia de baixo carbono, baseada, especialmente, em fontes limpas de energia, aumento da eficiência energética, substituição de combustíveis fósseis e desmatamento-zero.
É preciso definir de que maneira o conhecimento tecnológico dos países desenvolvidos será transferido para os demais. Cogita-se, inclusive, a quebra de patentes para facilitar o acesso à tecnologia que pode ajudar a conter o aquecimento global.

5. Apoio Financeiro: Será fundamental que os países ricos destinem recursos financeiros para que os países em desenvolvimento e menos desenvolvidos realizem suas ações de mitigação e adaptação e desenvolvam tecnologias. Atualmente, estima-se que esse montante seja de 150 bilhões de dólares até 2030, distribuídos entre o mecanismo de NAMAS, a preservação florestal e a adaptação. A quantidade não é suficiente, estima-se que seriam necessários pelo menos o dobro de recursos. Para se ter uma ideia, para controlar a crise financeira e evitar a quebra dos bancos, 4 trilhões de dólares foram disponibilizados.

QUEM PARTICIPA E QUAIS SÃO OS RISCOS DESTA COP
Normalmente, as Conferências das Partes acontecem durante duas semanas. Os ministros de cada país costumam chegar só depois da primeira semana e a discussão ganha força – mesmo! - apenas nos últimos dias ou horas. Participam da Conferência, com poder de voto, os Estados Nacionais que são signatários da Convenção e/ou do Protocolo de Kyoto, por meio de suas delegações. Outros países podem participar do encontro como observadores, assim como as ONGs. Os observadores podem se manifestar nas reuniões formais por meio de propostas escritas, que são lidas ao público, mas não têm poder de decisão.

Os chefes de estado não participam, obrigatoriamente, da COP, mas seria desejável que eles comparecessem para dar peso à Convenção. Há uma grande expectativa de que o presidente norteamericano Barack Obama esteja presente, o que faria com que muitos outros também aparecessem por lá. No entanto, corre-se o risco de que, assim como aconteceu em 1997, na definição do Protocolo de Kyoto, esses chefes de Estado se reúnam a portas fechadas e negociem sozinhos, invalidando a Convenção e tornando o processo menos democrático e transparente.

Organizações como a CAN – Climate Action Network, constituída por cerca de 365 ONGs, que se articulam para que os objetivos da Convenção sejam cumpridos, e a campanha internacional Tck Tck Tck estão empenhadas em fazer pressão e evitar que isso aconteça.

Ainda corre-se o risco de a COP-15 terminar sem acordo nenhum ou com propostas bem inferiores ao que seria necessário para controlarmos o aquecimento global, o que seria uma verdadeira tragédia para todos os povos. Infelizmente, muitos especialistas não têm se mostrado esperançosos com Copenhague, já que os países desenvolvidos vêm apresentando números inferiores ao esperado.

Há quem acredite que a mudança em relação às emissões de carbono não virá de uma discussão internacional como essa e, sim, da sociedade civil, dos setores privados, de cidades que se virem ameaçadas pelas alterações do clima. Até dezembro, nos resta apoiar aos diversos movimentos de diferentes setores, que têm encaminhado propostas ao governo para contribuir com as decisões internacionais, cobrar de nossos representantes e torcer.

* COP-15
* CAN - Climate Action Network
* Tck Tck Tck

Fontes:
- Publicações da ONG Vitae Civilis: "Antes que seja tarde: a urgência de uma resposta negociada entre nações para os desafios de mudança do clima" e "Panorama dos atores e iniciativas no Brasil sobre mundanças do clima" e palestras.

5. Apoio Financeiro: Será fundamental que os países ricos destinem recursos financeiros para que os países em desenvolvimento e menos desenvolvidos realizem suas ações de mitigação e adaptação e desenvolvam tecnologias. Atualmente, estima-se que esse montante seja de 150 bilhões de dólares até 2030, distribuídos entre o mecanismo de NAMAS, a preservação florestal e a adaptação. A quantidade não é suficiente, estima-se que seriam necessários pelo menos o dobro de recursos. Para se ter uma ideia, para controlar a crise financeira e evitar a quebra dos bancos, 4 trilhões de dólares foram disponibilizados.

QUEM PARTICIPA E QUAIS SÃO OS RISCOS DESTA COP
Normalmente, as Conferências das Partes acontecem durante duas semanas. Os ministros de cada país costumam chegar só depois da primeira semana e a discussão ganha força – mesmo! - apenas nos últimos dias ou horas. Participam da Conferência, com poder de voto, os Estados Nacionais que são signatários da Convenção e/ou do Protocolo de Kyoto, por meio de suas delegações. Outros países podem participar do encontro como observadores, assim como as ONGs. Os observadores podem se manifestar nas reuniões formais por meio de propostas escritas, que são lidas ao público, mas não têm poder de decisão.

Os chefes de estado não participam, obrigatoriamente, da COP, mas seria desejável que eles comparecessem para dar peso à Convenção. Há uma grande expectativa de que o presidente norteamericano Barack Obama esteja presente, o que faria com que muitos outros também aparecessem por lá. No entanto, corre-se o risco de que, assim como aconteceu em 1997, na definição do Protocolo de Kyoto, esses chefes de Estado se reúnam a portas fechadas e negociem sozinhos, invalidando a Convenção e tornando o processo menos democrático e transparente.

Organizações como a CAN – Climate Action Network, constituída por cerca de 365 ONGs, que se articulam para que os objetivos da Convenção sejam cumpridos, e a campanha internacional Tck Tck Tck estão empenhadas em fazer pressão e evitar que isso aconteça.

Ainda corre-se o risco de a COP-15 terminar sem acordo nenhum ou com propostas bem inferiores ao que seria necessário para controlarmos o aquecimento global, o que seria uma verdadeira tragédia para todos os povos. Infelizmente, muitos especialistas não têm se mostrado esperançosos com Copenhague, já que os países desenvolvidos vêm apresentando números inferiores ao esperado.

Há quem acredite que a mudança em relação às emissões de carbono não virá de uma discussão internacional como essa e, sim, da sociedade civil, dos setores privados, de cidades que se virem ameaçadas pelas alterações do clima. Até dezembro, nos resta apoiar aos diversos movimentos de diferentes setores, que têm encaminhado propostas ao governo para contribuir com as decisões internacionais, cobrar de nossos representantes e torcer

terça-feira, 26 de maio de 2009



O Forestry Stewardship Council é uma organização internacional sem fins lucrativos que promove o gerenciamento responsável das florestas de todo o mundo. A marca FSC é crescentemente reconhecida como um padrão internacional para o manejo responsável das florestas. Mais de 90 milhões de hectares em mais de 70 países foram certificados de acordo com os padrões do FSC, enquanto milhares de produtos são fabricados usando madeira certificada pelo FSC e portando o símbolo da FSC. Mudar para papel reciclado ou produzido de maneira sustentável também pode levar a economias consideráveis, reduzindo tanto o uso da terra quanto as emissões de carbono. O uso de papel reciclado pode gerar uma economia de 1,4 toneladas de CO2 para cada tonelada de papel e papelão.

Saiba mais em : http://www.fsc.org/

sábado, 14 de março de 2009




Felicidade não tem peso,nem tem medida,não pode ser comprada,não se empresta, não se toma emprestada,não resiste a cálculos, porque não material,nos padrões materiais do nosso mundo.


Só pode ser legítima.Felicidade falsa não é felicidade, é ilusão.


Mas, se eu soubesse fazer contas na medida do bem,diria que a felicidade pode ter tamanho,pode ser grande, pequena,cabendo nas conchas da mão,ou ser do tamanhão do mundo.


Felicidade é sabedoria, esperança,vontade de ir, vontade de ficar,presente, passado, futuro.


Felicidade é confiança:fé e crença,trabalho e ação.


Não se pode ter pressa de ser feliz,porque a felicidade vem devagarinho,como quem não quer nada.


Ser feliz não depende de dinheiro,não depende de saúde,nem de poder.


Felicidade não é fruto da ostentação,nem do luxo.


Felicidade é desprendimento,não é ambição.


Só é feliz quem sabe suportar, perder, sofrer e perdoar.


Só é feliz quem sabe, sobretudo, amar!

domingo, 2 de novembro de 2008


SÍNTESE DAS ANTÍTESES
Lao Tse

Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto, o Ser e o Existir,
Se engendram mutuamente.
O fácil e o difícil se complementam.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam um todo.
O som e o silêncio formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.
Eis porque o sábio age
Pelo não agir,
E ensina sem falar,
Aceita tudo que lhe acontece
Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza e nada considera seu
Tudo faz – e não se apega à sua obra
Não se prende aos frutos da sua atividade
Termina a sua obra
E está sempre no princípio
E por isto a sua obra prospera.

domingo, 15 de junho de 2008


“Sempre tentei fazer o meu melhor por aqui. "
Quando assinou contrato com o Inter em 14 de junho de 2004, Fernandão veio com o projeto de levar o clube às conquistas internacionais. E assim o fez. Como principal jogador do time e capitão, levantou as taças da Copa Libertadores da Amérida, em 2006, do Mundial, em 2006, da Recopa, em 2007, e da Dubai Cup, em 2008, além das conquistas de dois Campeonatos Gaúchos (2005 e 2008).
Em 190 partidas, marcou 77 gols, alguns deles inesquecíveis. Como é o caso do Gol 1000 dos Gre-Nais logo na sua estréia pelo Inter ou o primeiro gol do empate com o São Paulo na final da Libertadores da América.
Guardo de ti a garra de chegar e fazer ! RTR
17.12.2006
" Quem nunca sonhou em estar aqui, eu duvido que na mente de cada um ninguém tenha sonhado ... É hoje que tem que fazer, é hoje que tem que acontecer pô ... Fernandão.
Lamento eterno ....

domingo, 25 de maio de 2008



:::: Proteja o Planeta ::::



Algumas dicas de como Reduzir


- Aproveite as duas faces das folhas de papel, tanto na escrita, quanto para impressão e fotocópias.

- Faça apenas o número necessário de fotocópias.

- Adote coadores, guardanapos e toalhas de pano.
- Revise textos na tela do computador antes de imprimi-los.

- Use envelopes só quando necessário.

- Recuse folhetos de propaganda que não forem de seu interesse.

- Faça assinatura comunitária de jornais e revistas.

- Compre a granel hortifrutigranjeiros, grãos e produtos de limpeza nas feiras e sacolões.

- Substitua descartáveis como copos, talheres, canudos e isqueiros por similares duráveis.

- Aproveite talos e folhas de verduras, cascas de frutas.

- Diminua o desperdício de alimentos e evite embalagens supérfluas, sofisticadas ou de difícil (isopor, caixas tipo longa vida) ou nenhuma (celofane, papel aluminizado) reciclagem no Brasil.



Algumas dicas de como Reutilizar



- Reaproveite envelopes, cartolinas e folhas de papel com verso livre para rascunho ou para imprimir documentos a serem enviados por fax.

- Utilize frascos e potes para outros fins.


- Reaproveite sobras de materiais de construção.

- Antes de descartar tente consertar os utensílios e aparelhos com sapateiros, costureiros, técnicos e restauradores ou transforme-os em outros produtos e doe-os a quem precisa.



:::: Faça sua parte, o Planeta não pode mais esperar! ::::



Preserve a fauna


- Evite comprar adereços que utilizem produtos de origem animal como penas, plumas, peles, marfim e ossos.Denuncie o tráfico de animais

- Evite ter animais silvestres como bichos de estimação e denuncie o comércio destes animais.

Preserve a flora

- Evite comprar móveis ou outros utensílios feitos com madeiras de árvores ameaçadas de extinção, como mogno, imbuía, araucária, peroba, canela e marfim.

Substitua o palmito

- Substitua o consumo de palmito juçara, cuja espécie está ameaçada de extinção, pelos palmitos de pupunha, açaí ou palmeira real.

Economize água

- Evite o desperdício durante o banho, escovação dos dentes e lavagem de louça, e evite o uso da “vasoura hidráulica” na lavagem de calçadas e ruas.

Evite a contaminação da natureza

- Procure consumir produtos cultivados sem o uso de defensivos agrícolas e prefira sempre os produtos reconhecidamente não-poluidores.

Seja um consumidor consciente

- Evite adquirir produtos com excesso de embalagens descartáveis, pois consomem recursos em sua fabricação e aumentam muito a quantidade de lixo.

Não desperdice energia

- Utilize a energia elétrica racionalmente, evitando deixar ligados aparelhos ou lâmpadas sem necessidade.

Não jogue lixo nas ruas, parques e praias

- Veja quantos anos seu lixo pode manter-se na natureza (veja tabela na página 4) e pense que esse lixo pode não só contaminar o ambiente mas também pode levar vários animais marinhos à morte por ingestão. Tartarugas morrem no mundo inteiro ao confundir saco plástico com água viva. Se onde estiver não tiver lixeiras, coloque na bolsa e descarte-o em casa.

Ajude a diminuir a quantidade de lixo

- Prefira sempre produtos feitos com material reciclado.

Recicle

- Separe o lixo para reciclagem e agende sua coleta seletiva (veja como, no final da matéria).

Participe de projetos ambientais

- Há inúmeros projeto onde você pode participar diretamente, como voluntário, ou indiretamente, como associado, contribuindo assim para a preservação ambiental.

Seja um educador ambiental

- Transmita para as pessoas e crianças que você conhece a importância de preservar nosso meio ambiente.



domingo, 20 de abril de 2008



Caminhada

Caminha placidamente entre o ruído e a pressa.
Lembra-te de que a paz pode residir no silêncio.
Sem renunciares a ti mesmo, esforça-te por seres amigo de todos.
Diz a tua verdade quietamente, claramente.
Escuta os outros, ainda que sejam torpes e ignorantes; cada um deles tem também uma vida que contar.
Evita os ruidosos e os agressivos, porque eles denigrem o espírito.
Se te comparares com os outros, podes converter-te num homem vão e amargurado: sempre
haverá perto de ti alguém melhor ou pior do que tu.
Alegra-te tanto com as tuas realizações como com os teus projetos.
Ama o teu trabalho, mesmo que ele seja humilde; pois é o tesouro da tua vida.
Seja prudente nos teus negócios, porque no mundo abundam pessoas sem escrúpulos.
Mas que esta convicção não te impeça de reconhecer a virtude; há muitas pessoas que lutam por
ideais formosos e, em toda a parte, a vida está cheia de heroísmo.

Seja você mesmo. Sobretudo, não pretendas dissimular as tuas inclinações.
Não sejas cínico no amor,
porque quando aparecem a aridez e o desencanto no rosto,
isso converte-se em algo tão perene como a erva.
Aceita com serenidade o cortejo dos anos, e renuncia sem reservas aos dons da juventude.
Fortalece o teu espírito, para que não te destruam desgraças inesperadas.
Mas não invente falsos infortúnios.
Muitas vezes o medo é resultado da fadiga e da solidão.
Sem esqueceres uma justa disciplina, seja benigno para ti mesmo.
Não és mais do que uma criatura no universo,
mas não és menos que as árvores ou as estrelas: tens direito a estar aqui.
Vive em paz com Deus, seja como for que O imagines; entre os teus trabalhos e aspirações,
mantém-te em paz com a tua alma, apesar da ruidosa confusão da vida.
Apesar das tuas fraquezas, das tuas lutas penosas e dos sonhos arruinados,
a Terra continua a ser bela.
Lute para ser feliz ...
Inscrição datada do ano de 1692.
Foi encontrada numa sepultura, na velha igreja de Saint-Paul, de Baltimore

quarta-feira, 26 de março de 2008



O Poder de Nossas Escolhas

Coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é NADA.
Uma vida fácil nada nos ensina. No fim, é o que aprendemos o que importa: o que aprendemos e como nos desenvolvemos.

Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. Quando nossas escolhas são feitas passivamente, quando não somos nós mesmos que traçamos nossas vidas, nos sentimos frustrados.

Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo.

Geramos nossos próprios meios. Obtemos exatamente aquilo pelo que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nós próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer tempo, senão nós mesmos?
Deus sabe que isto é verdade.
Richard Bach

sábado, 23 de fevereiro de 2008

As coisas em ordem...
Os grandes antigos, quando queriam propagar altas virtudes, punhavam seus Estados em ordem.
Antes de porem seus Estados em ordem, punhavam em ordem suas famílias.
Antes de porem em ordem suas famílias, punhavam em ordem a si próprios.
E antes de porem em ordem a si próprios, aperfeiçoavam suas almas, procurando ser sinceros
consigo mesmo se ampliavam ao máximo seus conhecimentos.
A ampliação dos conhecimentos decorre do conhecimento das coisas como elas são
(e não como queremos que elas sejam).
Com o aperfeiçoamento da alma e o conhecimento das coisas, o homem se torna completo.
E quando o homem se torna completo, ele fica em ordem.
E quando o homem está em ordem, sua família também está em ordem.
E quando todos os Estados ficam em ordem, o mundo inteiro goza de paz e prosperidade.

Confúcio ______________________________________

Quem foi ?

Ninguém influenciou a China tão profundamente como Confúcio. Ele é reconhecido como o primeiro e maior mestre da China. Por mais de 2.000 anos seus ensinamentos tem sido o fundamento do sistema ético e social da China; seu legado é inseparável do que significa ser chinês. Há um relato de suas conversações com seus discípulos e com os governadores e ministros de seu tempo – “Anacletos” , que é uma das mais importantes de suas obras (foi escrita pelos seus discípulos). Estas palavras auxiliaram muito a formar a cultura e a história da Ásia Ocidental, com sua afirmação da ética humanística. Se a influência for determinada pelo número de pessoas que viveram e morreram de acordo com a visão de um filósofo, Confúcio provavelmente tenha sido o pensador mais influente da história humana.

Mestre Confúcio